• Durante um debate ou uma conversa sobre África, o WHITE ANARCHIST vai querer te ensinar algo sobre o continente ou sobre os povos originários, com toda autoridade de quem não sabe nada.
• O WHITE ANARCHIST vai dizer que não é eurocentrismo usar dread e moicano apenas como simples adornos estéticos.
• O WHITE ANARCHIST usará a retórica do antepassado negro/não branco para tentar trazer para si mesmo algum tipo de autoridade, neutralidade ou permissão quando o assunto envolver questões étnicas.
• O WHITE ANARCHIST vai desconsiderar, minimizar ou menosprezar outras formas de associações e experiências comunalistas que não sejam nos moldes do anarquismo/socialismo tradicional europeu, materialista, branco.
• O WHITE ANARCHIST enxergará opressão somente nas mulheres que usam burca. Mas não enxergará tanta opressão assim sobre os corpos das mulheres ocidentais que se matam para ter um corpo dito “perfeito”.
• Quando o assunto for imigração, o WHITE ANARCHIST fará um jogo duplo: vai dizer que defende direitos humanos para todos, mas, na verdade, ele estará “rezando” para que certos imigrantes (árabes e subsaarianos) não invadam a sua querida e “liberal” Europa/USA.
• O WHITE ANARCHIST defenderá um veganismo eugenista, evolucionista e racista. Dividirá a humanidade entre os veganos e os não veganos. E assim como o seu Deus Morrissey qualificará como subespécies todas as culturas e etnias que não sigam o veganismo eugenista.
• O WHITE ANARCHIST defenderá que o materialismo é a única verdade das coisas do mundo. Ou seja, todas as manifestações espirituais e religiosas serão vistas como formas supersticiosas, atrasadas e primitivas de entender o mundo.
* O WHITE ANARCHIST encontrará mil e um panos para passar quando o assunto for Darwin e o darwinismo social. E assim como os religiosos afirmam que a palavra de Deus foi deturpada, os evolucionistas eurocêntricos também dirão que as ideias de Darwin foram desviadas.
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